Até gostei desse teu vinhoEmbora não bebaE se bebesseTalvez não desse por ele.Nem quero a garrafa,Nem a caixaNem tão poucoEsse embrulhoE muito menosOs laçarotesEsses dispenso.O que quero mesmoCorre-te nas veiasÉ esse teu vinhoEmbora não beba.
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Certo dia
Bati-lhe à porta
Ela não estava !
Soube depois
Tinha ido de férias.
Azar ?
Azar é falar nele !
Foi procurar
A minha inocência.
Perdeu-se,
Ainda pequena
Enquanto bebia azul.
Estava sentada
À espera
Que caísse o céu.
E até choveu
Só que...
O céu não caiu.
Soube depois
Tinha ido de férias.
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